quarta-feira, 6 de maio de 2020

Brasil está indo bem no controle do coronavírus e pico nas classes altas já passou, diz presidente da XP

Na avaliação do presidente e fundador da XP, Guilherme Benchimol, o Brasil está indo bem no controle do coronavírus e o pico da doença nas classes altas já passou. "Acompanhando um pouco os nossos números, eu diria que o Brasil está bem. Nossas curvas não estão tão exponenciais ainda, a gente vem conseguindo achatar. Teremos uma fotografia mais clara nas próximas duas a três semanas. O pico da doença já passou quando a gente analisa a classe média, classe média alta. O desafio é que o Brasil é um país com muita comunidade, muita favela, o que acaba dificultando o processo todo", disse Benchimol em transmissão ao vivo do jornal O Estado de S. Paulo.
Setenta dias após o primeiro caso confirmado do novo coronavírus, o Brasil soma 107.780 registros da doença e 7.321 mortes, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados na segunda (4).
O economista mencionou a dificuldade dos trabalhadores informais ficarem em casa, já que muitos não conseguem ter acesso ao auxílio emergencial do governo ou sequer têm conta em banco. "É um desafio você pedir que a população inteira fique presa em casa. Um terço da população vive de diária e se não trabalhar hoje não vai comer, no máximo, na semana que vem."
Ele cita ainda que outra dificuldade do Brasil é a falta de espaço no orçamento para um auxílio mais robusto como nos Estados Unidos, onde serão transferidos US$ 1.200 (R$ 6.684) para cada cidadão que recebe menos de US$ 99 mil por ano, o dobro para casais, mais US$ 500 por criança. Benchimol, porém, se diz confiante e elogiou o trabalho de Luiz Henrique Mandetta no comando do Ministério da Saúde e vê o atual ministro Nelson Teich "na direção certa". "Vamos sair dessa mais rápido do que as pessoas imaginam".
O presidente da XP também está animado com o futuro da companhia. O plano de contratar 600 profissionais de tecnologia até o final do ano segue de pé. "Vamos continuar crescendo independente do cenário".
Benchimol não vê grande influência da crise política atual, entre o Executivo e demais Poderes, na economia e acredita que o Congresso deve seguir com as reformas administrativa e tributária. "Não me lembro do Brasil viver sem instabilidade política. Se não afetar a economia e reformas continuarem avançando, a crise política não atrapalha, é muito mais um barulho de curto prazo".
Esta é a íntegra de uma reportagem publicada em 05 de maio de 2020 no endereço https://br.yahoo.com/financas/noticias/brasil-est%C3%A1-indo-bem-no-192200373.html com autoria atribuída a Júlia Moura.
"Na avaliação do presidente e fundador da XP, Guilherme Benchimol, o Brasil está indo bem no controle do coronavírus e o pico da doença nas classes altas já passou. 'Acompanhando um pouco os nossos números, eu diria que o Brasil está bem. (...) O pico da doença já passou quando a gente analisa a classe média, classe média alta. O desafio é que o Brasil é um país com muita comunidade, muita favela, o que acaba dificultando o processo todo', disse Benchimol em transmissão ao vivo do jornal O Estado de S. Paulo."
Ou seja, se, pelos números desse abominável ser, "o pico da doença já passou quando se analisa a classe média alta", então, para que preocupar-se com o aumento exponencial de casos quando se analisa o resto (sic) do país. O resto composto de "muita comunidade, muita favela, o que acaba dificultando o processo todo". "Muita comunidade, muita favela", onde sobrevive "muita gente" que subitamente passou a ser enxergada por muitos como essencial, pois sem essa gente o mundo simplesmente pararia completamente, o mesmo não podendo dizer-se em relação ao fundador da XP. O resto que, no entender desse desprezível ser, tem mais é que se ferrar (para não usar uma palavra mais contundente) para deixar de "dificultar o processo todo". Um ser para quem o sobrenome Malchimol seria bem mais adequado.
"O presidente da XP também está animado com o futuro da companhia. O plano de contratar 600 profissionais de tecnologia até o final do ano segue de pé. 'Vamos continuar crescendo independente do cenário'".
"O presidente da XP também está animado com o futuro da companhia. (...) Vamos continuar crescendo independentemente do cenário" de devastação que se apresenta "quando se analisa qualquer outra classe que não seja a média alta"; independentemente do desânimo em que está aquele imenso contingente formado por "comunidades e favelas que acaba dificultando o processo todo".
"Não me lembro do Brasil viver sem instabilidade política. Se não afetar a economia e reformas continuarem avançando, a crise política não atrapalha, é muito mais um barulho de curto prazo".
"Se não afetar a economia e reformas - que me interessarem - continuarem avançando", o resto que se dane (para não usar uma palavra mais contundente). Que mentalidade mesquinha! Que indivíduo desprezível. Bilionário e desprezível! Sim, como disse Nuccio Ordine, em 2014, "Reduzir o valor da vida ao dinheiro mata toda possibilidade de idealizar um mundo melhor.".

Um comentário:

Anônimo disse...

👍👍😢😢