quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Ex-jogador do Arsenal se arrepende de transferência para o Barcelona

Alexander Hleb jogou com a camisa dos Gunners entre 2005 e 2008 e rumou para o clube catalão. Após uma temporada, bielorusso não teve mais oportunidades no time
Alexander Hleb, ex-jogador do Arsenal e Barcelona, revelou que não entende até hoje o motivo de sua saída dos Gunners para os culés. Em conversa com o podcast "In Lockdown", o bielorusso afirmou que era feliz na Inglaterra e lembra que chorou quando estava se despedindo do técnico Arsene Wenger.
Hleb afirma que errou ao sair do Arsenal para o Barcelona em 2008 (Barcelona).
- Não entendo o que aconteceu ou o motivo de ter tomado essa decisão. O Barcelona era a melhor equipe do mundo, mas eu era feliz no Arsenal. Não entendo minha saída. Chorei quando falei com Wenger. Conversamos durante as férias, ele disse que me queria, que eu era importante. Não sabia o que fazer nesse momento.
O meio-campista não teve sucesso no clube catalão e nem os mesmos minutos que tinha na Inglaterra, mas afirmou que a culpa foi totalmente sua.
- O Barcelona é um time fantástico. Ganhei títulos, mas não joguei tanto como no Arsenal. Aconteceram muitas coisas na minha vida privada e comecei no Barça estando muito nervoso. Não é que Guardiola não confiava em mim, foi meu erro. Quando se é feliz em uma equipe, deve-se permanecer.
Atualmente com 39 anos, Hleb foi contratado pelo Arsenal em 2005 onde permaneceu na equipe até 2008. No Barcelona, o ex-jogador só atuou por uma temporada e posteriormente foi emprestado para Stuttgart, Birmingham e Wolfsburg até o final de seu contrato.
Esta é a íntegra de uma notícia publicada na edição de 27 de outubro de 2020 do jornal "LANCE!".
"Ex-jogador do Arsenal se arrepende de transferência para o Barcelona"
"- Não entendo o que aconteceu ou o motivo de ter tomado essa decisão. O Barcelona era a melhor equipe do mundo, mas eu era feliz no Arsenal. (...) Em conversa com o podcast 'In Lockdown', o bielorusso afirmou que era feliz na Inglaterra e lembra que chorou quando estava se despedindo do técnico Arsene Wenger. (...) Quando se é feliz em uma equipe, deve-se permanecer."
Na condição de um profissional que atua em uma área infestada por empresários ávidos por lucros estratosféricos proporcionados por constantes transferências de jogadores, será que nunca passou pela cabeça do jogador a possibilidade de sua (sic) decisão ter sido tomada por seu empresário?
"Decisões tomadas por outros! Será que, neste insano mundo infestado por influenciadores, as pessoas ainda são capazes de tomar decisões por conta própria?
"O Barcelona era a melhor equipe do mundo, mas eu era feliz no Arsenal."
Ou seja, no caso em questão, não é válida aquela famosa frase: "Eu era feliz e não sabia". Tanto sabia que chorou ao se despedir do técnico que queria que ele permanecesse. Será que, quando se é feliz onde se está, faz sentido trocar o lugar em que se está por algum que seja considerado o melhor do mundo? Será que, quando já se encontrou a felicidade, faz sentido continuar correndo atrás dela?
"Há criaturas que, passando pela vida, tropeçam na verdade, e continuam correndo atrás da verdade.", disse Winston Churchill (1874 - 1965), estadista inglês. Para quem é chegado à paráfrases, foi inevitável fazer a seguinte: "Há criaturas que, passando pela vida, tropeçam na felicidade e continuam correndo atrás da felicidader.".
"Quando se é feliz em uma equipe, deve-se permanecer.", conclui o arrependido ex-jogador do Arsenal. Conclusão a partir da qual dou-lhes a seguinte sugestão. Substituindo a palavra "equipe" por aquela que lhes seja mais pertinente, reflitam sobre a conclusão do arrependido jogador para evitar possíveis arrependimentos futuros.

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